Fonte de Trevi
Fevereiro 3, 2007 às 8:57 pm | Na categoria Uncategorized | 7 Comentários
A Fontana di Trevi (Fonte das trevas, em português) é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa contrução de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi em Roma.
A fonte do cruzamento de três estradas (tre vie) marca o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No séc. 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 km da cidade. A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma diretamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
Em 1629, o Papa Urbano VIII, achou que a velha fonte não era suficientemente dramática, incumbiu Bernini para fazer alguns desenhos para planear alterações, mas quando o Papa faleceu o projeto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projeto de Bernini tenha sido abandonado, ainda há, na fonte, muitos detalhes de de sua ideia original.
As esculturas que a compôe narram a descoberta da nascente de onde provém a água que a alimenta. No centro do complexo ergue-se a estátua de Oceano, a ser trensportado por coche em forma de concha, puxado por cavalos alados. Entre as outas figuras encontram-se salamandras e outros animais marinhos, mitológicos ou reais.
Nos anos 60 a fonte ficou famosa pelas cenas do filme La Dolce Vita de Fellini, onde a sereia Anita Ekberg se refresca nas verdes água, exalando sedução.
Diz a lenda que se lançar uma moeda de costas voltadas para a água os deuses fazem com que a pessoa volte à cidade eterna…
A fonte do cruzamento de três estradas (tre vie) marca o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No séc. 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 km da cidade. A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma diretamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
Em 1629, o Papa Urbano VIII, achou que a velha fonte não era suficientemente dramática, incumbiu Bernini para fazer alguns desenhos para planear alterações, mas quando o Papa faleceu o projeto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projeto de Bernini tenha sido abandonado, ainda há, na fonte, muitos detalhes de de sua ideia original.
As esculturas que a compôe narram a descoberta da nascente de onde provém a água que a alimenta. No centro do complexo ergue-se a estátua de Oceano, a ser trensportado por coche em forma de concha, puxado por cavalos alados. Entre as outas figuras encontram-se salamandras e outros animais marinhos, mitológicos ou reais.
Nos anos 60 a fonte ficou famosa pelas cenas do filme La Dolce Vita de Fellini, onde a sereia Anita Ekberg se refresca nas verdes água, exalando sedução.
Diz a lenda que se lançar uma moeda de costas voltadas para a água os deuses fazem com que a pessoa volte à cidade eterna…
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